Neste artigo gostaria de ensinar como fazer uma vela vegetal sem parafina, mostrando a minha receita.
As velas estão presentes em muitas das práticas de harmonização, meditação e Radiestesia que realizo.
Para mim, além de representarem o elemento fogo, as velas ajudam a criar um momento de presença, intenção e concentração.
Foi por isso que decidi preparar a minha própria vela vegetal sem parafina, utilizando óleo de coco, cera de carnaúba e cera de coco. Dessa forma, conheço melhor os ingredientes e acompanho todo o processo de produção.
Importante: prefiro chamar esta receita de “vela vegetal sem parafina”, e não de “vela não poluente”. Toda combustão pode liberar resíduos no ambiente. Minha proposta é utilizar uma composição de origem vegetal e sem parafina, sem fazer promessas ambientais absolutas.
A parafina é um derivado do petróleo e está presente em muitas velas convencionais. Quando produzo minha própria vela, posso escolher os ingredientes, conhecer sua procedência e adaptar a fórmula ao recipiente e ao tipo de queima que desejo.
Para mim, o preparo artesanal também faz parte da prática energética. Durante a confecção, organizo o ambiente, trabalho com atenção e defino com clareza a finalidade que pretendo atribuir à vela.
Na minha receita, utilizo três ingredientes principais em partes iguais:
Para preparar uma vela de 30 g, eu utilizo a seguinte composição base:
Eu peso os ingredientes em uma balança, pois as medidas em gramas são mais precisas do que medidas feitas com xícaras ou colheres.
Escolho um recipiente próprio para velas e resistente ao calor para colocar a cera quente derretida dentro e posteriormente fazer a modelagem na mão.
Coloco a cera de carnaúba e a cera de coco em um recipiente adequado e aqueço lentamente em banho-maria.
Quando as ceras estão completamente derretidas, desligo o fogo e acrescento o óleo de coco. Misturo devagar até obter uma composição uniforme. Normalmente (depende da cera de carnaúba) a mistura total fica amarela.
Quando a massa estiver com a coloração mais esbraquiçada, siginifica que está esfriando e está no ponto para modelagem manual.
Importante: Aqui entra o ponto chave! 🗝️
Com cuidado, vou amassando a mistura e fazendo bolinhas, igualzinho massa de modelar. Se a massa estiver grudando na mão e soltando pedaços, ela ainda está quente. Vá fazendo as bolinhas que a massa vai esfriando e tomando forma.
De novo, o ponto certo é fazer com que a massa vire uma bolinha, igual massinha de modelar. Nesse momento você pode colocar o pavio e definir o formato que você quer. Normalmente para velas rituais, são feitos formatos cilidricos e/ou cones.
Aguardo de 3 a 4 horas para a massa secar e a vela está pronta para uso!
O pavio de algodão de 8 pontos faz parte da minha receita, mas sei que seu desempenho pode mudar de acordo com o diâmetro do recipiente, a matéria-prima, o fornecedor e o tamanho final da vela.
Por esse motivo, preparo primeiro uma vela pequena e realizo um teste de queima em local seguro.
Durante o teste, observo:
Se percebo uma chama excessivamente alta, muita fuligem ou aquecimento exagerado do recipiente, apago a vela com segurança e revejo a combinação entre o pavio, a fórmula e o recipiente.
Com essa composição é normal a vela ter a sensação de suada. Você pega nela e parece uma manteiga de coco, só que firme.
Devido ao óleo de coco é normal que a vela apresente esse aspecto. Porém se o óleo de coco não for utilizado, a mistura ficará muito seca e impossível de se modelar na mão.
Por estarmos fazendo velas para rituais e terapias integrativas, essa mistura é suficiente. Já fiz testes com o sol direto de 30 graus sob a vela e ela não derreteu.



Faça suas orações, utilize gráficos etc. A criação de velas é uma técnica auxiliar para potencializar energias nas terapias integrativas.
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Na primeira experiência, prefiro manter a receita simples. Ervas secas, flores, pós e outros materiais próximos ao pavio podem aumentar o risco de incêndio. Os cristais também podem reagir de maneiras diferentes quando expostos ao calor.
Se decido aromatizar uma vela, utilizo apenas matérias-primas apropriadas para essa finalidade e sigo as orientações técnicas do fabricante.
Não adiciono óleos essenciais sem antes considerar sua compatibilidade, concentração e segurança térmica.
Depois que a vela está pronta, seguro ela por alguns instantes e defino uma intenção objetiva. Em vez de formular um pedido amplo, escolho uma finalidade clara, como harmonização, concentração ou apoio a um trabalho radiestésico específico.
Para mim, a intenção não substitui a análise radiestésica. Ela organiza a finalidade do trabalho e ajuda a manter minha atenção alinhada durante o processo.
Quando necessário, também verifico radiestesicamente se a vela precisa passar por limpeza, programação ou consagração antes de ser utilizada.
Não afirmo que qualquer vela seja totalmente não poluente. Esta receita utiliza ingredientes de origem vegetal e não contém parafina, mas toda queima pode gerar resíduos.
Qualquer substituição pode alterar a dureza, o ponto de fusão e a queima da vela. Se modifico um ingrediente, realizo novos testes antes de utilizar a fórmula regularmente.
Depois de preparar minha vela vegetal sem parafina, verifico como ela deverá ser posicionada, qual função exercerá e se é compatível com o gráfico escolhido.
Normalmente em cima do gráfico ou ao lado dele.
Gráficos são apenas símbolos e você pode colocar um vela por cima da mesma maneira que você coloca um cristal ou qualquer outro corretor!
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